terça-feira, 18 de setembro de 2012

Primeiro eu




Tem pessoas que estão sempre incentivando às outras, dizendo que são capazes e que podem isso, aquilo, ou aquilo outro.
São verdadeiros encorajadores, constantemente fortalecem quem precisa de força, levantam quem necessita estar de pé.
E entendem as pessoas que estão ao seu redor, os parentes, amigos, companheiros de trabalho, esposa(o), namorada(o), enfim, conhecem os limites e fraquezas de todos.
Pessoas que estão diariamente dispostas a ajudar, se dispõem a fazer o bem, são quase que considerados verdadeiros anjos.
Sabem perfeitamente o que falar, como agir quando estão com mais precisão delas, são pessoas incríveis, amigos sensacionais, que fazem a diferença na vida de todos que compartilham momentos vividos no dia-a-dia.
Estão sempre juntos de quem precisa de um ombro, nunca deixam só quem depende e conta com elas, são verdadeiras, sinceras, honestas, é tudo que os outros seres humanos necessitam para viver bem e em harmonia.
Só que nem sempre essas pessoas maravilhosas, que entendem, incentivam, levantam e tudo mais, conhecem a si mesmas. Está aí o ponto crucial de algumas das tristezas trazidas por esse tipo de pessoa que se envolve em um ponto tão elevado que acabam se chateando.
Pensam constantemente nos outros e se esquecem de si mesmos, depositam todo seu carinho e afeição e não recebem de volta o mesmo sentimento.
É preciso amar, respeitar, dar carinho e afeto mas o indivíduo nunca deve se esquecer de fazer primeiro para si, pensar em seu real bem-estar e saber até onde pode se doar para o bem-estar de seu próximo
porque, se ele não conhecer a si mesmo e seus próprios limites, sempre será em vão todo esforço que fizer pelos outros.


PH SOUZA

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