domingo, 9 de setembro de 2012

Para que acusador?



Dizem que uma noite mal dormida é a pior coisa que pode acontecer com alguém. Já passei noite em claro não por insônia, por precisão trabalhando; tive uma fase que passei três noites e três dias de pé, por necessidade, mas foi uma única vez e até passei outras noites trabalhando, mas foram poucas.
Mas aqui não me refiro às situações como essas; falo de questões que de verdade tiram o sono, como preocupações e outras tantas que realmente aborrecem. É quando a pessoa coloca a cabeça no travesseiro e o sono não vem. Em alguns casos, uma dívida, uma situação mal resolvida na área sentimental, na família, no trabalho, na vida.
Ou pode ser uma “consciência pesada” e, dos exemplos que citei acima, acredito que ela seja o que mais mexe conosco, uma dívida é negociada, uma situação ruim na vida ou família se resolve com uma boa conversa.
Mas, a consciência pesada, não nos dá paz, ela está no lado de dentro e afeta como nada pode afetar, tira o sono. Como disse, nunca passei por isso, mas convivi com pessoas que passaram, os ouvia dizerem o quanto é ruim, via nos olhos, nos semblantes o quanto mal faz uma consciência pesada ou uma insônia causada por ela.
Quando estamos com a consciência culpada não necessita de nenhum acusador, ela já nos martiriza por si só.
Não importa o que seja necessário para seguir em frente: perdoar se for preciso; pedir perdão se necessário, abandonar hábitos e costumes se é o caso, porque mudar isso depende única e exclusivamente de cada um de nós.


PH SOUZA

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