sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O sexo dos anjos

Contam que havia uma cidade que ficava num lugar escondido, um lugar com muitas riquezas e muita fartura, mas, como nem tudo é perfeito, a cidade em si era desprotegida e, sendo assim, era um alvo fácil para seus inimigos ou possíveis saqueadores. Mas tinha um detalhe, para chegar até ela, só havia um caminho, um povoado que era o seu oposto, um lugar de pobreza, mas com grandes guerreiros, homens valentes, corajosos, destemidos. Então, como era de se esperar, fizeram um acordo, uma protegia e a outra ajudava com bens, finanças, etc.
Quando esses possíveis saqueadores souberam do acordo, ficaram desnorteados, pois sabiam que seu único caminho agora estava bloqueado, protegido fortemente por homens que iriam dar suas vidas para proteger aquele lugar, não só pelo acordo, mas eles passaram a “depender” daquela cidade.
Aqueles inimigos, então, elaboraram um plano, ao invés de ir com toda força, implantaram mulheres que levaram consigo um duvida, “qual seria o sexo dos anjos?”. Começou, entre as mulheres daquele lugar, a discussão, “os anjos devem ser do sexo feminino, porque só sendo assim para fazerem coisas tão perfeitas”. Um homem, ouvindo isso, se doeu, e, quando todos os homens ficaram sabendo, começou uma discussão geral, elas diziam, “os anjos devem ser do sexo feminino, para fazerem coisas tão perfeitas, porque somos detalhistas e, os homens, então retrucaram não”; “anjos são masculinos”, diziam os homens, “porque são anjos e, não, anjas, e também são fortes”.  
A discussão ficou em um grau tão elevado que foi parar no coliseu da cidade.
Enquanto isso, as mulheres, que começaram tudo aquilo, saíram da cidade e avisaram aos inimigos; numa só investida, derrotaram aqueles homens e saquearam a cidade escondida.
Moral: A distração sempre traz o fracasso.
PH SOUZA

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