sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Que voz ouvir?


Em um grupo de amigos ouvi uma pergunta que muito me marcou e jamais me esqueci dela.
Foi perguntado: “Se você tiver em alto mar com seu filho (a) pequeno e têm apenas um salva-vidas e vocês dois o que você faria?”
Até quem não tinha filhos de pronto respondeu daria o salva vida para ele, claro.
Então este amigo continuou: “Mas vocês têm considerado apenas o sentimento materno ou paterno, uma criança pequena por si só não saberia o que fazer diante desta circunstância, sem contar que da mesma forma que tentou salva-la ela, por um sentimento impensável, no seu puro sentimento e na sua falta de malicia, deixaria o salva-vidas pra lá e tentaria lhe salvar também.”
Dentro desta situação normalmente é o que realmente variamos, de olhos fechados nem cogitaríamos a hipótese de pensar no que seria melhor para ambos.
É claramente perceptiva a ação do sentimento, ele tem por vocação, no levar as decisões errôneas, é sua natureza, sempre irá nós armar ciladas.
A voz do coração, na maioria das vezes, não é a voz correta á se ouvir, por isso temos o poder de pensar e a capacidade de pesar sobre as nossas decisões.
Não devemos agir por impulso, é preciso meditar no nas conseqüências, ainda que não se tenha tempo, que haja uma fração de segundo para uma decisão, ela é suficiente para ouvir o voz que nos levará ao acerto.


PH SOUZA

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